APOSTOLADO DA TRADIÇÃO CATÓLICA

BEM VINDO A O NOSSO APOSTOLADO TEMOS MAIS DE 360 ARQUIVOS PRA ESTUDOS RELACIONADOS A HISTÓRIA DA IGREJA, SOMOS TRADICIONALISTAS,E SEGUIDORES DAS OBRAS DE D,MARCEL LEFEBVRE

quarta-feira, 6 de abril de 2016

ESTA CLARO AGORA ,SEMPRE OUVE A VONTADE DE INOVAR ? GUSTAVO CORÇÃO TEMA DO LIVRO O SECULO DO NADA

CAPÍTULO IV
O ATIVISMO DESESPERADO
Tempos de otimismo
Depois de tão prolongada agonia, o mundo acorda, abre as janelas,
solta foguetes, fala em "vitória" e respira otimismo. Anda no
ar um excitante teor de oxigénio, como no Doutor Ox de Júlio Verne,
Ou algum novo gás, como Nos Dias do Cometa de H.G. Wells.
Nos meios católicos sopra o mesmo vento de euforia. Notemos
que, desde o pontificado de Pio XI, ganha alento a Ação Católica. A
ideia de institucionalizar a participação (ou colaboração) dos leigos
no apostolado da Hierarquia tem fundamento antigo e encontra-se,
já desenvolvida, na era patrística. Assinalemos ainda uma ideia que
adiante será desenvolvida: de dois modos se pode usar o termo
"novo" nas coisas que se referem ao desenrolar da relação Igreja-
Mundo. De um modo primeiro e principal diremos que é novo na
Igreja, e inalteravelmente novo, tudo o que se refere à ordem da
graça que nos vem da "nova-criação", que tem em Cristo o seu
centro. Nesse sentido, a Igreja é sempre nova, e é a rigor a única
coisa nova sub sole. Podemos, nesta pauta, falar em renovação se
quisermos designar as atividades que removem a poeira superficial
e que assim devolvem à vista dos fiéis o espetáculo perpétuo da inoxidável
juventude da Igreja. O segundo modo refere-se às coisas e
às influências que vêm do mundo que, para vencer sua crescente
senectude, só dispõe do make-up ou do novo por alteração, ou por
substituição.
Vejam bem, enquanto a Igreja se renova na sua identificação,
na sua integração, o mundo só se renova por alter-ação.
O período histórico que aqui nos dispomos a analisar se caracteriza
por cruzados equívocos entre a novidade da Igreja e as novidades
do mundo. Estando a Igreja no mundo, sendo habitantes do
mundo os membros da Igreja militante, não admira que em cada um
de nossos corações o mundo encontre brecha para tentar impor seus
critérios à Igreja. E também não admira que esses critérios do mundo
consigam às vezes magníficos resultados no "mundo eclesiástico",
já que o Papa e os bispos também estão no mundo.
GUSATAVO CORÇÃO

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Fatos da historia, que deixou para sempre marcado, como uma cicatriz na Igreja de sempre .




"Aqueles que se atrevem a levar um tiro por Cristo fiquem onde estão.
 O resto pode sair já."cristeros

Os cristeros foram um grupo de heróis católicos que resistiram bravamente ao governo ateu e anticlerical do México nas primeiras décadas do século passado. Eles lutavam em defesa da fé e da Igreja e, quando presos e sentenciados à morte, morriam bradando:
VIVA CRISTO REI!
VIVA A VIRGEM DE GUADALUPE!
As missas, naquele contexto de perseguição brutal, eram celebradas clandestinamente. Quando algum padre chegava ao povoado vestido “à paisana”, a informação corria de casa em casa com toda a discrição.
Certa vez, um povoado rural aguardava o sacerdote que viria no fim de semana. Os catequistas, também clandestinos, já tinham preparado grupos para receber o batismo e outros sacramentos. A celebração aconteceria num velho armazém capaz de abrigar algumas centenas de fiéis. No domingo de manhã, o depósito estava abarrotado com 600 pessoas.
De repente, o inesperado: entram no local dois homens uniformizados e armados.
Um deles levanta a voz e declara:
“Aqueles que se atrevem a levar um tiro por Cristo fiquem onde estão. O resto pode sair já! As portas vão ficar abertas só durante 5 minutos”.
Imediatamente, vários integrantes do coral se levantaram e saíram. Alguns diáconos também foram embora, seguidos pela maior parte dos fiéis. Em menos dos 5 minutos, apenas 20 pessoas dentre os 600 paroquianos tinham permanecido no recinto.
O militar que tinha falado olhou então para o sacerdote e disse:
“Muito bem, padre. Eu também sou cristão e já me desfiz dos hipócritas. Pode continuar a celebração”

sábado, 26 de setembro de 2015

Tradição

Não há ciência sem experiência, nem Pátria sem tradição. Que se diria do sábio que desprezasse as obras e as experiências dos seus predecessores e limitasse o seu trabalho à própria experiência, ao simples facto presente, à prova momentânea?
Não tem sentido a terra, fora da lembrança daqueles que a serviram e amaram. O passado alarga e ilumina o presente. Através de todas as transformações econômicas e científicas, há paixões, instintos e sentimentos que se conservam fixos e necessários. Somos tributários do Passado, servos de instintos herdados. Tradição não é velharia, hábito irrefletido, que apenas consiste em repetir cegamente o que já teve razão de ser e a não tem mais. Isso é inércia, e a tradição é o contrário dela. Não é também sinônimo de conservação, nem a explica o amor das ruínas extáticas, suspensas do beijo melancólico do luar. Para o verdadeiro tradicionalista, inteligente e ativo, o Passado é fonte de exemplos e de lições. A tradição é para ele o que durou, o que provou secularmente. A vera tradição exige estudo e reflexão. É crítica. Reúne as forças da terra e do sangue, dos reveses do Passado tira ensinamentos, dos êxitos – modelos. Representa-a o que de positivo nos legaram nossos pais antigos. E esse conteúdo positivo, continuadamente acrescentado no rodar do tempo, torna a Tradição coisa viva, que não cessa de se enriquecer, de progredir. Produto de costumes seculares e de necessidades próprias, assente sobre a observação e sobre a história, a Tradição é força ativa que se desenvolve incessantemente. Tradição é continuidade no desenvolvimento, permanência na renovação, como Sardinha gostava de repetir. Direi o mesmo: Tradição é seleção.
Font Ação Integrau

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Março de 1964 é que se decidiu


Não existe democracia sem respeito à lei e à ordem; a liberdade não sobrevive num ambiente de anarquia, ainda que maquiado com base nos cânones do pensamento politicamente correto, verdadeira máquina de triturar a verdade pelo transformismo dos conceitos.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Ajuda para o Colégio São Bento e Santa Escolástica

Nossa escola São Bento e Santa Escolástica passa por um momento de dificuldades financeiras que podem levá-la a ter que fechar. Precisamos assegurar até o fim do ano um acréscimo na folha de pagamentos que nos pegou de surpresa. Uma pequena ajuda vinda de muitos benfeitores nos permitiria sair desta crise que, queira Deus, seja senão momentânea. A todos asseguramos nossas orações e sacrifícios. Que o Imaculado Coração de Maria os recompense esta ajuda em prol das crianças de nossa escola. Ir. Tomás de Aquino PS: Qualquer ajuda por menos que seja nos será útil neste momento. Site do Mosteiro: http://www.beneditinos.org.br. Site da Escola: http://csbse.altervista.org. Conta do Mosteiro Banco: Itaú Conta: 47957-8 Ag.: 0222 CNPJ 30.171.417/000188 Sociedade Civil Mantenedora do Mosteiro da Santa Cruz *PEDIMOS A TODOS QUE DIVULGUEM COMO PUDER VÍDEO SOBRE A CAMPANHA E A ESCOLA

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Do livro Ortodoxia de G K Chesterton




O Pensamento do Suicídio


  Comentário Pela Radio A.N.S.R Lepanto de algumas entrelinhas do livro Ortodoxia Gilbert Keith Chesterton, conhecido como G. K. Chesterton, (Londres, 29 de maio de 1874 — Beaconsfield, 14 de junho de 1936) foi um escritor,poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, biógrafo, teólogo, filósofo,desenhista e conferencista britânico. Igualmente trilhou pelo campo da economia .
 É conhecido como o "príncipe do paradoxo" pelo conteúdo argumentativo brilhante de sua obra. Jorge Luis Borges afirmava: "Toda a boa literatura é uma forma de alegria, e nenhum autor me deu tantas alegrias quanto Chesterton".

converteu-se ao catolicismo em 1922

link Para Baixar Este video

domingo, 2 de agosto de 2015

Uma Analice nas profundezas,de nossa alma é o que requer, nestas poucas entrelinhas.

Nós sabemos, nas profundezas de nossa alma, que nosso eu está

sempre ameaçado de uma disjunção, de um mal-estar, de uma inimizade
interna, semente e modelo de todas as inimizades exteriores. O
mais profundo de nossos instintos é o da unidade pessoal reforçado
e aguçado pelo sentimento da unicidade do eu. A vida nos solicita,
nos desafia, e em cada uma de suas arestas nos fere e nos quer
dilacerar, e os outros nos chamam, nos pedem, nos comem. Aprendemos
com a vida e com os outros, se alguma coisa aprendemos, a
lição paradoxal, a lição quase absurda das leis do amor. Cabem em
duas palavras: integridade difusiva. Só é difusivo, capaz de plena
vida de conhecimento e amor, só é capaz de entrega, dom de si
mesmo, difusão de seu ser e de seus dons, quem em si mesmo e
consigo mesmo estiver bem integrado. Em outro lugar  já vimos
que nosso relacionamento com os outros é homólogo do relacionamento
que temos em nosso próprio eu: amamos e desamamos o próximo
conforme nos amamos e desamamos a nós mesmos.  do supremo
mandamento: "Amar a Deus, e ao próximo como a ti mesmo" que
Santo Tomás (IIa IIae, q.26, a.4), tira a ordem da caridade, e que
tiramos nós a lei de sua difusão em conformidade com sua integração.
Mas a perfeita integração que capacita a alma para a perfeita
difusão de amor só se obtém se nosso próprio eu procura em
Deus, e não no seu eu-exterior, a fonte de todo o verdadeiro amor.
O amor-próprio, ou egoísmo, cicatriz do pecado original, cisão do
eu, está na raiz de todos os descomedimentos humanos. De todos os
pecados. Nosso tempo, por causa de sua atmosfera civilizacional, é
especialmente marcado por uma terrível abundância de eus em avançado
processo de desintegração. E as energias liberadas por essas
desintegrações atômicas enchem de letal egoísmo, de essencial inimizade,
a atmosfera de nossa civilização. O mundo morre de desamor.
E as afilantropias que inventa são a mais cruel forma desse desamor.
Ora, está em nossas mãos, nesta, naquela, na direita, na esquerda,
duas, duais, diversas, iguais e inconciliáveis no espaço, simétricas
—• está em nossas mãos a figura exterior mais eloquente de
nosso drama interior. Separadas, alheias, diversas, duas, duais, devem
complementar-se diligentemente para a obra comum: vede o artífice
como sabe bem explorar e conjugar o bom dualismo quando a esquerda
segura a peça enquanto a direita busca o instrumento; vede
o pianista como distribui as partes da mesma música nas duas mãos
espalhadas, ora afastadas como se se desconhecessem, ora aproximadas
como se quisessem na obra comum encontrar a tão desejada
integração. Vede como se afastam ou se juntam nos sinais da amizade.
Mas é no rebatimento que realiza numa espécie de quarta
dimensão que nossas pobres mãos divididas, duas, duais, conseguem
docemente realizar o gesto perfeito de súplica e de adoração. Mas
devem afastar-se, abrir-se, ignorar-se, esquecer-se cada uma de si
mesma, na hora de dar: "nesciat sinistra tua quid faciat dextera
tua." (Mat. VI, 3)
E o símbolo do jogo E—D? O símbolo escondido na persistente
e difundida metáfora, que tumultua um século, está agora desvendado.
Denunciemo-lo. O sucesso da metáfora e a violência de sua
aplicação e sobretudo a sua capacidade de confundir, mentir e falsear
se explicam pelo humanismo que Maritain em Humanisme Integral
chamou de humanismo antropocêntrico, e nós (na mesma linha de
ideias) preferimos chamar de humanismo antropoexcêntrico. (15) Ou
se explicam por todo um processo civilizacional aberrantemente afastado
de Deus e gerador de inimizades. Os homens quiseram-se bastar,
pretenderam desvincular-se de todas as "alienações", e nesse ato de
suprema soberba produziram um humanismo que só tem consciência
de sua interna inimizade, e fabricaram um mundo novo que rapidamente
se aproxima do modelo dos institutos para alienados.

Gustavo Corção.

sábado, 24 de janeiro de 2015

À MADALENA CRISTO DISSE "NÃO ME TOQUE PORQUE AINDA NÃO ME ELEVEI AO PAI" E A TOMÉ DISSE "METE O DEDO NAS MINHAS CHAGAS E TENHA FÉ", POR QUE UMA NÃO PODE TOCÁ-LO E O OUTRO SIM?

PORQUE TOMÉ ERA SACERDOTE E NA MISSA ELEVA NO LUGAR DE CRISTO O PRÓPRIO CRISTO AO PAI PARA OFERTAR O SEU SACRIFÍCIO E DEPOIS SER ELEVADO DIANTE DOS HOMENS COMO A SERPENTE NO DESERTO "A FIM DE ATRAIR TODOS A SI" E DE "SALVAR DA MORTE OS QUE HAVIAM PECADO".
APENAS ESTA REALIDADE DESTRÓI A NOVA TEOLOGIA DA MISSA NOVA VOLTADA PARA OS HOMENS E COMO RELIGIÃO DOS HOMENS PARA OS PRÓPRIOS HOMENS. NOSSA SENHORA MESMA DISSE "ELES REZAM APENAS PARA SI MESMOS"!
E A IGREJA SEMPRE DISSE: "COMO SE REZA É COMO SE CRÊ"!
Santos contra a Comunhão na Mão
A Sagrada Comunhão deve ser recebida na boca e de joelhos nos casos ordinários, as exceções sempre existiram, mas somente para os casos de urgência, como perseguição, evitamento de um sacrilégio, etc. As citações a seguir provam isso.
S. Justino Mártir (100-166)
Testificando que a eucaristia era distribuída até aos doentes somente pelos consagrados (diáconos e ministros): “Depois que o presidente deu ação de graças e todo o povo aclamou, os que entre nós se chamam ministros ou diáconos dão a cada um dos presentes parte do pão, do vinho e da água sobre os quais se pronunciou a ação de graças, e são também enviados aos ausentes por meio dos diáconos” [2]
S.Basílio Magno (330-379)
"É desnecessário notar que qualquer um em tempos de perseguição compelido a comungar com as próprias mãos sem a presença de um padre ou ministro não faz uma ofensa séria, como o longo costume sanciona a prática dos fatos. Todos os solitários no deserto, quando não há padres, tomam a comunhão eles mesmos, guardando-A em casa" [3].
Papa S. Leão Magno (400-461)
No capítulo sobre "A verdade da Encarnação é provada tanto pela festa da Eucaristia quanto pela divina Instituição das esmolas": "A pessoa recebe na boca o que ela acredita pela fé" [4].
Papa S.Gregório Magno (540-604) comentando o Papa S.Agapito I
Conta S.Gregório Magno que o Papa reinante de 535 a 536, durante os poucos meses do seu pontificado, dirigindo-se a Constantinopla, curou um surdo-mudo durante o ato de "ei dominicum Corpus in os mitteret (colocou em sua boca o Corpo do Senhor) " [5].
S.Tomás de Aquino (1225-1274)
"A distribuição do Corpo de Cristo pertence ao sacerdote por três razões.
Primeira, porque consagra na pessoa de Cristo. E assim como Cristo consagrou o Seu Corpo na (Última) Ceia e O deu também a partilhar aos outros, do mesmo modo tal como a consagração do Corpo de Cristo pertence ao sacerdote, assim também a Sua distribuição lhe pertence.
Segunda, porque o sacerdote foi nomeado intermediário entre Deus e o povo. Portanto, assim como lhe compete oferecer a Deus as oferendas do povo, assim também lhe compete entregar ao povo as oferendas consagradas.
Terceira, porque, por respeito para com este Sacramento, nada Lhe toca a não ser o que é consagrado; eis porque o corporal e o cálice são consagrados, e da mesma maneira as mãos do sacerdote, para que toquem este Sacramento. E assim, não é licito que qualquer outra pessoa Lhe toque, excepto em caso de necessidade, por exemplo, se caísse ao chão ou em qualquer outro caso de urgência" [6]
Concílio de Trento (1545-1563)
"Na comunhão sacramental sempre foi costume na Igreja de Deus receberem os leigos a comunhão das mãos do sacerdote... . Com razão e justiça se deve conservar este costume como proveniente da Tradição apostólica" [7].
São Pio X (1835-1914)
"640) Como devemos apresentar-nos no ato de receber a sagrada Comunhão?
No ato de receber a sagrada Comunhão devemos estar de joelhos, com a cabeça medianamente levantada, com os olhos modestos e voltados para a sagrada Hóstia, com a boca suficientemente aberta e com a língua um pouco estendida sobre o lábio inferior. Senhoras e meninas devem estar com a cabeça coberta.
642) Quando se deve engolir a sagrada Hóstia?
Devemos procurar engolir a sagrada Hóstia o mais depressa possível, e convém abster-nos de cuspir algum tempo.
643) Se a sagrada Hóstia se pegar ao céu da boca, que se deve fazer?
Se a sagrada Hóstia se pegar ao céu da boca, é preciso despegá-la com a língua, nunca porém com os dedos" [8].
D. Athanasius Schneider (1961-)
Expert em Patrística, autor do livro "A Sagrada Comunhão e a Renovação da Igreja", e Bispo auxiliar no Cazaquistão, sustenta que "a prática que hoje conhecemos da comunhão na mão nasceu no século XVII entre os calvinistas, que não acreditavam na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia. "Nem Lutero", que se cria nela ainda que não na transubstanciação, "o havia feito", disse o Bispo do Cazaquistão: "De fato, há relativamente pouco tempo os luteranos comungavam de joelhos e na boca, e todavia hoje alguns o fazem nos países escandinavos" [9].

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A necessidade de atender às desculpas dos outros


Sabes bem desculpar e colorir as tuas ações, mas não queres atender às desculpas dos outros. Seria mais justo que te acusasses, e desculpasses o teu irmão. Se queres ser suportado, suporta tu os outros. Vê quão longe estás ainda da verdadeira caridade e humildade, que só sabe irritar-se e indignar-se contra si própria. 

Não tem valor conviver com os que são bons e pacientes, pois isso agrada naturalmente a todos; qualquer pessoa quer de boa vontade a paz, e gosta mais do que pensam como ela. Mas poder viver em paz com os duros e os maus, com os indisciplinados, com os que se nos opõem, é grande graça e ação digna de louvor e corajosa.
Aquele que melhor sabe sofrer, maior paz conseguirá. Este é o que se vence a si mesmo e o senhor do mundo, o amigo de Cristo e o herdeiro do céu.

in Imitação de Cristo, Livro II, cap. 3 

domingo, 16 de novembro de 2014

VIOLENTA PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA OU DIREITOS HUMANOS ?



Se alguém dissesse que as atuais campanhas Pelos direitos humanos podem  desembocar numa  violenta perseguição Aos  Católicos 
fiéis , muitos ingênuos achariam isso impossível,mera lucubração de mentes doentias, ENTÃO VAMOS AOS FATOS.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

QUESTIONÁRIO SEPULTA DE VEZ TODO O MAGISTÉRIO (CORRIGIDO)

E Jesus disse a Pedro: "Eu te dou as chaves do Reino do Céu, o que ligares na terra, ligarei no céu" e, voltando-se para os apóstolos: "para dar testemunho de mim, enviarei o Espírito Santo para que dê memória de tudo que eu disse e entendimento sobre as coisas futuras"!
 
Estas são as bases legais do Magistério Infalível. O qual foi recusado por todos os papas conciliares e, inclusive, para fazerem o malfadado concílio. Ele contradiz diretamente o materialismo histórico do marxismo (como seu maior dogma), assim, como este tira o poder de Deus e dá aos homens.
 
Com este Magistério, a Igreja enfrentou e venceu os judeus (fariseus), e os maçons. Depois de se infiltrarem na Igreja, conforme plano conjunto com os comunistas, como confessaram a maçonaria (pela Alta Venta) e Stálin desde o começo do século XX, assim como viu São Pio X com a morte do cardeal e maçon Rampola, o qual seria papa (já eleito) no seu lugar, se não fosse o veto do santo Imperador da Áustria (que Deus lhe pague sempre).
 
Agora, o "papa talk show" (como disse Mattei), transfere de vez o Magistério (e toda autoridade) para o povo. Não obstante as firmes e lúcidas condenações da democra$$ia feitas por São Pio X e seus antecessores. Mas quem tem o $$ e manda na democra$$ia? E não é que não pode o homem servir a Deus e ao dinheiro? E sendo religião para o consumo (como todo o comunismo é para a matéria e para o consumo), não deve viver de propaganda e de usar o povo contra ele mesmo?
 
Segue o questionário:
 
Questionário para uma nova igreja. Ops!... Seita!
Abaixo texto também em Espanhol
Para calar os rumores sobre essa nova atividade da “igreja cujo deus não é católico”, traduzi o questionário que o Vaticano enviou a todos os bispos do mundo para que o respondam antes de outubro de 2014. Eu o estava traduzindo e comentando, depois resolvi publicar “a seco” (apenasnegritei alguns termos e conceitos que me embrulharam o estômago), assim não corro o risco de ter uma úlcera, e cada qual que se confronte com as noções de doutrina que possui. Se aceitar serenamente o questionário, certamente você pertence à igreja do Bergoglio. Se a cada pergunta você tiver vontade de irromper em impropérios... pode ser que esteja no caminho certo. De qualquer forma, vai aqui (PDF) o Catecismo da Igreja Católica, para dar uma estudadinha, que nunca é demais. Há perguntas aí que nem deveriam ter sido feitas. Dão a falsa impressão de que a Igreja possa rever leis eternas para se adequar ao gosto do freguês. Sobretudo para atender à lobby gay, cuja Agenda se aplica, agora, também à Igreja.
 Esse questionário, tenho para mim, é um estelionato espiritual e moral, porque muitas almas que poderiam se converter e mudar suas vidas, adequando-as aos ensinamentos da Igreja Católica, são levadas a crer que se trate de uma abertura da Igreja às necessidades imorais atuais das pessoas, e que disso advirá uma mudança da Igreja - não dos pecadores - que se colocaria ao passo com os tempos. Bastará ser uma pessoa boa (que ajuda os necessitados) e todo o resto se ajeitará. O pior é que, pelo andar da carruagem, é isso mesmo que irá ocorrer. Depois, certamente virão o padre casado, a mulher padre, o padre gay, o leigo que consagra... A igreja do Bergoglio está cada vez mais se assemelhando às seitas protestantes de novo estampo, as chamadas “evangélicas”,dessas que florescem em cada esquina, onde antes era um bar, uma borracharia, um bordel. Resta saber quantos vão se aperceber disso, quantos irão procurar a verdadeira Igreja, quanto vão se salvar quando o mundo cria mecânismos tão perversos de corrupção da alma, inclusive e principalmente com vestes (aparentemente) católicas, em templos (aparentemente) católicos, com autoridade (aparentemente) católicas. Deus nos livre logo dessa prova!

Senhor Bispo-de-Roma, os bispos, não precisam de questionários, precisam de Catecismo!
Abajo en Español
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Questionário para uma nova igreja. Ops!... Seita!


Em vista do próximo Sínodo Extraordinário sobre a família convocado para outubro de 2014 por Bergoglio, o Vaticano enviou aos bispos de todo o mundo um documento preparatório que, entre outras coisas, contém um questionário dirigido a todos os católicos. As 38 perguntas lidam com as principais questões relacionadas com a família, hoje, das uniões estáveis às uniões gays. As igrejas locais poderão se confrontar com os fiéis e os sacerdotes, fornecendo as respostas que serão coletadas pelas dioceses e enviadas para o Vaticano.

Eis o questionário.
SÍNODO DOS BISPOS
III ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
OS DESAFIOS PASTORAIS SOBRE A FAMÍLIA NO CONTEXTO DA EVANGELIZAÇÃO
 DOCUMENTO PREPARATÓRIO
CIDADE DO VATICANO 2013


1 – Sobre a difusão das Sagradas Escrituras e do Magistério da Igreja em relação à família
a) Qual é o real conhecimento acerca dos ensinamentos da Bíblia, da “Gaudium et spes”, da “Familiaris consortio” e dos outros documentos do Magistério pós-conciliar sobre o valor da família segundo a Igreja Católica? Como os nossos fiéis são formados à vida familiar segundo o ensinamento da Igreja?
b) Onde o ensinamento da Igreja é conhecido, é integralmente aceito? Verificam-se dificuldade ao pô-lo em prática? Quais?
c) Como o ensinamento da Igreja é difundido no contexto dos programas pastorais a nível nacional, diocesano e paroquial? Qual catequese se faz sobre a família?
d) Em que medida – e, em particular, sobre quais aspectos – tal ensinamento é realmente conhecido, aceito, rejeitado e/ou criticado nos ambientes extra-eclesiais? Quais são os fatores culturais que obstaculizam a plena recepção do ensinamento da Igreja sobre a família?
2 – Sobre o matrimônio segundo a lei natural
a) Qual posto ocupa o conceito de lei natural na cultura civil, seja em nível institucional, educativo e acadêmico, seja em nível popular? Quais visões daantropologia são subjacentes a este debate sobre o fundamento natural da família?
b) O conceito de lei natural em relação à união entre homem e mulher é comumente aceito como tal por parte dos batizados em geral?
c) Como é contestada, na prática e na teoria, a lei natural sobre a união entre o homem e a mulher em vista da formação de uma família? Como é proposta e aprofundada pelos organismos civis e eclesiais?
d) Se batizados não praticantes ou que se declarem não crentes pedem a celebração do matrimônio, como enfrentar os desafios pastorais que derivam disso?
3 – A pastoral da família no contexto da evangelização
a) Quais são as experiências surgidas nos últimos decênios a fim de preparar para o matrimônio? Como se procurou estimular a tarefa de evangelização dos esposos e da família? Como promover a conscientização da família como “Igreja doméstica”?
b) Se conseguiu propor estilos de oração em família que consigam resistir à complexidade da vida e da cultura atual?
c) Na atual situação de crise entre gerações, como as famílias cristãs souberam realizar a própria vocação de transmissão da fé?
d) de que modo as Igrejas locais e os movimentos de espiritualidade familiar souberam criar percursos exemplares?
e) Qual é a contribuição específica que os casais e as famílias foram capazes de dar para a difusão de uma visão integral do casal e da família cristã crivel hoje?.
f) Qual atenção pastoral a Igreja mostrou para apoiar a jornada dos casais em formação e dos casais em crise?
4 – Sobre a pastoral para fazer frente a algumas situações matrimoniais difíceis
a) A convivência “ad experimentum” é uma realidade pastoral relevantena Igreja particular? qual o percentual estimável numericamente?
b) Existem uniões livres de fato, sem reconhecimento religioso ou civil? Há dados estatísticos confiáveis?
c) Os separados e os divorciados que se casaram [?] de novo são uma realidade pastoral relevantena Igreja particular? Qual seria o percentual estimado numericamente? Como se faz frente a esta realidade através de programas pastorais adequados?
d) Em todos esses casos: como vivem os batizados a irregularidade deles. Eles têm consciência disso? Manifestam simplesmente indiferença? Se sentem marginalizados e vivem com sofrimento a impossibilidade de receber os sacramentos?
e) Quais são as solicitações que as pessoas divorciadas e que casaram de novo pedem à Igreja a proposito dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação? Entre as pessoas que se encontram nessas situações, quantas pedem os sacramentos?
f) A simplificação da prática canônica a fim do reconhecimento da declaração de nulidade do vínculo matrimonial poderia oferecer uma real contribuição positiva à resolução dasproblemáticas das pessoas envolvidas? Se sim, em quais formas?
g) Existe uma pastoral para atender a esses casos? Como se desenvolve tal atividade pastoral? Existem programas a respeito disso em nível nacional e diocesano? Como é anunciada aos separados e aos divorciados que se casaram de novo a misericórdia de Deus e como é colocado em prática o apoio da Igreja ao caminho de fé deles?
5 – Sobre as uniões de pessoas do mesmo sexo
a) Existe no vosso País uma lei civil de reconhecimento das uniões de pessoas do mesmo sexo equiparadas de alguma forma ao matrimônio?
b) Qual é a atitude das Igrejas particulares e locais seja diante do Estado civil promotor das uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, seja diante das pessoas envolvidas nesse tipo de uniões?
c) Qual atenção pastoral é possível ter para com pessoas que escolheramviver segundo esse tipo de uniões?
d) No caso de uniões de pessoas do mesmo sexo que tenham adotado crianças, como comportar-se pastoralmente em vista da transmissão da fé?
6 – Sobre a educação dos filhos no seio das situações de matrimôniosirregulares.
a) Qual é, nesses casos, a proporção estimada de crianças e adolescentes em relação a crianças nascidas e crescidas em famílias regularmente constituídas?
b) Com que atitude os pais se dirigem à Igreja? O que pedem? Apenas os sacramentos ou também a catequese e o ensino em geral da religião?
c) Como as Igrejas particulares atendem às necessidades dos pais dessas crianças de oferecer uma educação cristã aos próprios filhos?
d) Como se desenvolve a prática sacramental nesses casos: a preparação, a administração do sacramento e o acompanhamento?
7 – Sobre a abertura dos esposos à vida.
a) Qual é o real conhecimento que os cristãos têm da doutrina da “Humanae vitae”sobre apaternidade responsável? Qual consciência se tem da valoração moral dos diferentes métodos de controle da natalidade? Quais aprofundamentos poderiam ser sugeridos ao assunto do ponto de vista pastoral?
b) É aceita tal doutrina moral? Quais são os aspectos mais problemáticos que tornam difícil a aceitação na grande maioria dos casais?
c) Quais métodos naturais são promovidos por parte das Igrejas particulares para ajudar os cônjuges a colocar em prática a doutrina da “Humanae vitae”?
d) Qual é a experiência sobre o tema na prática do sacramento da penitência e na participação à eucaristia?
e) Quais contrastes se evidenciam entre a doutrina da Igreja e a educação civil a respeito?
f) Como promover uma mentalidade mais aberta à natalidade? Como favorecer o aumento dos nascimentos?
8 – Sobre a relação entre família e pessoa
a) Jesus Cristo revela o mistério e a vocação do homem: a família é um lugar privilegiado para que isso ocorra?
b) Quais situações críticas da família no mundo de hoje podem se tornar obstáculo para o encontro da pessoa com Cristo?
c) Em que medida a crise de fé que as pessoas possam enfrentar incidem na vida familiar?
9 – Outros desafios e propostas.
Há outros desafios e propostas em relação aos temas tratados neste questionário percebidos como urgentes ou úteis por parte dos destinatários?


En Español:
1.-Sobre la difusión de la Sagrada Escritura y del Magisterio de la Iglesia sobre la familia
a) ¿Cuál es el conocimiento real de las enseñanzas de la Biblia, de la (encíclica)‘Gaudium et Spes', de la ‘Familiaris consortio' y de otros documentos del magisterio postconciliar (Vaticano II) sobre el valor de la familia según la Iglesia Católica? ¿Cuál es la formación de nuestros fieles para la vida familiar según las enseñanzas de la Iglesia?
b) Allí donde la enseñanza de la Iglesia es conocida, ¿es aceptada integralmente? ¿Hay dificultades en ponerla en práctica? ¿Cuáles?
c) ¿Cómo es difundida la enseñanaza de la Iglesia en el contexto de los programas pastorales en el ámbito nacional? ¿diocesano, parroquial? ¿Qué catequesis se hace sobre la familia?
d) ¿En qué medida -concretamente sobre qué aspectos-tal enseñanza es realmente conocida, aceptada, rechazada y/o criticada en ambientes extra eclesiales? ¿Cuáles son los factores culturales que obstaculizan la plena recepción de la enseñanza de la Iglesia sobre la familia?
2.-Sobre el matrimonio de acuerdo con la ley natural...
a) ¿Qué lugar ocupa el concepto de ley natural en la cultura civil, tanto en ámbito institucional, educativo y académico, como en ámbito popular? ¿Qué ópticas antropológicas se sobreentienden en este debate sobre el fundamento natural de la familia?
b) El concepto de ley natural con relación a la unión entre el hombre y la mujer ¿es comunmente aceptado como tal de parte de los bautizados en general?
c) ¿Cómo es contestada en la práctica y en la teoría la ley natural sobre la unión entre hombre y mujer en vistas de la formación de una familia? ¿Cómo es propuesta y profundizada en los organismos civiles y eclesiales?
d) En el caso de que pidan el matrimonio los bautizados no practicantes o quienes se declaran no creyentes, ¿cómo afrontar los desafíos pastorales que derivan de ello?
3.-La pastoral de la familia en el contexto de la evangelización.
a) ¿Cuáles son las experiencias surgidas en los últimos decenios en orden a la preparación al matrimonio? ¿De qué manera se ha intentado estimular el deber de evangelización de los esposos y de la familia? ¿De qué manera promocionar la conciencia de la familia como “Iglesia doméstica”?
b) ¿Se ha conseguido proponer estilos de plegaria en familia que consigan resistir a la complejidad de la vida y cultura actuales?
c) En la crisis actual entre generaciones, ¿cómo las familias cristianas han sabido realizar la propia vocación de transmisión de la fe?
d) ¿En qué manera las Iglesias locales y los movimientos de espiritualidad familiar han sabido crear caminos ejemplares?
e) ¿Cuál es la aportación específica que parejas y familias han conseguido dar respecto a la difusión de una visión integral de la pareja y de la familia cristiana que sea actualmente creíble?
f) ¿Qué atención pastoral ha manifestado la Iglesia para apoyar el camino de las parejas en la formación y de las parejas en crisis?
4.-Sobre la pastoral para afrontar algunas situaciones matrimoniales difíciles,
a) La convivencia “ad experimentum” (experimental), ¿es una realidad pastoral de relieve en la Iglesia particular (local)? ¿En qué porcentaje se podría estimar numéricamente?
b) ¿Existen uniones libres de hecho, sin reconocimiento ni religioso ni civil? ¿Hay datos estadísticos fiables?
c) Los separados y divorciados que se vuelven a casar ¿son una realidad pastoral relevante en la Iglesia particular? ¿En qué porcentaje se podría estimar numéricamente? ¿Cómo se afronta esta realidad a través de programas pastoral adecuados?
d) En todos estos casos, ¿cómo viven los bautizados sus irregularidades? ¿Son conscientes de ellas? ¿Manifiestan simplemente indiferencia? ¿Se sienten marginados y viven con sufrimiento la imposibilidad de recibir los sacramentos?
e) ¿Cuáles son las peticiones que las personas divorciadas y vueltas a casar dirigen a la Iglesia, respecto a los sacramentos de la Eucaristía y de la Reconciliación? Entre las personas que se encuentran en esta situación, ¿Cuántas piden estos sacramentos?
f) ¿La simplificación de la praxis canónica, respecto al reconocimiento de la declaración de anulación del vínculo matrimonial podría ofrecer una real contribución positiva para la solución de los problemas de las personas implicadas? En caso afirmativo, ¿de qué manera?
g) ¿Existe una pastoral para acercarse a estos casos? ¿Cómo se desarrolla tal actividad pastoral? ¿Existen programas sobre ello en ámbito nacional y diocesano? ¿Cómo se anuncia a separados y divorciados vueltos a casar la misericordia de Dios y cómo se concreta el sostén de la Iglesia en su camino de fe?
sinodo familia1 300x166 Estas son las 38 preguntas a los obispos ante el Sínodo de la Familia de 2014
5.-Sobre las uniones de personas del mismo sexo...
a) ¿Existe en vuestro país una ley civil que reconozca las uniones de personas del mismo sexo equiparadas de alguna manera al matrimonio?
b) ¿Cuál es la actitud de las Iglesias particulares y locales tanto frente al Estado Civil promotor de uniones civiles entre personas del mismo sexo, como frente a las personas implicadas e este tipo de unión?
c) ¿Qué atención pastoral es posible tener hacia las personas que han elegido de vivir según este tipo de uniones?
d) En el caso de uniones de personas del mismo sexo que haya adoptado niños, ¿cómo comportarse en vistas de la transmisión de la fe?
6.-Sobre la educación de los hijos en el sino de situaciones matrimoniales irregulares...
a) ¿Cuál es en estos casos la proporción estimada de niños y adolescentes con relación a los niños nacidos y crecidos en familias regularmente constituidas?
b) ¿Con qué actitud los padres se dirigen a la Iglesia? ¿Qué solicitan? ¿Solo los sacramentos o también la catequesis y la enseñanza en general de la religión?
c) ¿De qué manera las Iglesias particulares se acercan a la necesidad de los padres de estos niños para ofrecer una educación cristianas a los propios hijos?
d) ¿Cómo se desarrolla la práctica sacramental en estos casos: la preparación,administración del sacramento y el acompañamiento?
7.-Sobre la apertura de los esposos a la vida...
a) ¿Cuál es el conocimiento real que los cristianos tienen de la doctrina de la (encíclica) “Humanae Vitae” sobre la paternidad responsable? ¿Qué conciencia hay de la evaluación moral de los distintos métodos de regulación de los nacimientos? ¿Qué profundizaciones se podrían sugerir sobre ello desde el punto de vista pastoral?
b) ¿La doctrina moral es aceptada? ¿Cuáles son los aspectos más problemáticos que hacen difícil su aceptación en la mayoría de las parejas?
c) ¿Qué métodos naturales se promueven de parte de la Iglesias particulares para ayudar a los conyugues a poner en práctica la doctrina de la “Humanae vitae”?
d) ¿Qué experiencia hay sobre esta cuestión en la praxis del sacramento de la penitencia y en la participación en la eucaristía?
e) ¿Qué contrastes se evidencian entre la doctrina de la Iglesia y la educación civil a este respecto?
f) ¿Cómo promover una mentalidad mayormente abierta a la natalidad? ¿Cómo favorecer el aumento de los nacimientos?
8.-Sobre la relación entre la familia y la persona,
Jesucristo revela el misterio y la vocación del hombre: ¿la familia es un lugar privilegiado para que esto suceda?
¿Cuáles situaciones críticas de la familia en el mundo actual pueden constituir un obstáculo para el encuentro de la persona con Cristo?
¿En qué medida la crisis de fe que pueden sufrir las personas inciden en su vida familiar?
9.-Otros desafíos y propuestas.
¿Existen otros desafíos y propuestas respecto a los temas tratados en este cuestionario, que sean consideradas como urgentes o útiles de parte de los destinatarios?